Especialistas alertam: isenção de arroz e feijão está longe de trazer alívio aos consumidores

 Especialistas alertam: isenção de arroz e feijão está longe de trazer alívio aos consumidores

A parcela que o estado deixará de arrecadar vai se transformar em economia para milhares de famílias, principalmente as mais vulneráveis”, disse o governador

(Por Larissa Soares, O Dia, RJ) O governador do Estado do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, sancionou nesta sexta-feira, 3, a lei que determina que o arroz e o feijão passam a se tornar isentos da cobrança do Imposto de Circulação sobre Mercadorias e Serviços (ICMS). Com a dispensa do imposto, os consumidores poderão comprar os produtos essenciais no prato dos brasileiros com um abatimento. Para especialistas, apesar da notícia ser boa, não é o suficiente para impactar positivamente o bolso dos consumidores, devido ao período inflacionário que enfrenta o país.

O ICMS é um imposto cobrado sobre a circulação de produtos como alimentos, eletrodomésticos, serviços de comunicação e transporte intermunicipal e interestadual, entre outros itens e serviços. A arrecadação do tributo é encaminhada aos estados e usada pelos governos para diversas funções.

De acordo com Felipe Nogueira, especialista em finanças, diante do cenário atual, mesmo com a isenção, o impacto no bolso dos consumidores não será tão satisfatório. “Com a inflação dos alimentos, ter essa isenção do ICMS de 7% é uma boa notícia para os fluminenses, contando que são alimento essenciais, mas com a alta nos preços de outros produtos, não será o preço do ICMS que fará diferença no final das contas”, afirma ele.

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