Técnico orienta sobre controle de ervas daninhas

Manejo de plantas daninhas exige controle no cedo para dar melhor resultado.

A palestra de Camilo de Lelis Rocha, agrônomo na área de pesquisa e desenvolvimento dos produtos da multinacional Basf, ofereceu aos produtores participantes do ciclo de palestras da 8ª Festa do Arroz de Sinop uma visão geral sobre as plantas daninhas na cultura. Ele destacou o manejo dos herbicidas e o controle no uso do produto.

Segundo Rocha, tanto o sistema pré-emergente quanto o pós-emergente apresentam vantagens especificas. Todavia, destacou que o uso do produto pré-emergente evita a competição.

“O arroz é uma cultura muito sensível à competição com invasoras, por isso pode sofrer uma interferência capaz de causar redução de produtividade ou exigir maiores ou maior número de doses do herbicida”, explica.

O agrônomo ainda destacou que a aplicação do herbicida numa fase inicial de emergência das plantas daninhas garante maior eficiência e economicidade, além de evitar perdas econômicas por redução da produtividade da lavoura. “A aplicação tardia tem efeito contrário. Pode até ser eficiente, mas demanda maior volume de herbicida, aumenta o custo e permite a competição do inço com a variedade comercial”, acescenta.

Camilo foi enfático ao afirmar que as plantas daninhas precisam ser controladas sempre. “Mesmo que a infestação não seja muito alta, se não houver controle, a erva daninha se multiplica, forma um banco de sementes e estará mais forte na safra futura”, informou.

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