Governo oferta mais 200 mil t de arroz na próxima semana
Nas opções públicas, 62 mil t serão destinadas ao Rio Grande do Sul e 13 mil t para Santa Catarina. O edital com as regras dos leilões já se encontra no site da Conab (www.conab.gov.br)
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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento realizará na próxima quinta-feira (21/07), por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o segundo leilão de contratos de opção para arroz colhido no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Serão ofertadas 75 mil toneladas por meio de opções públicas e 125 mil t de opções privadas, totalizando 200 mil t do produto.
Para as opções privadas, serão ofertadas no Rio Grande do Sul 104 mil t e 21 mil t em Santa Catarina. Nas opções públicas, 62 mil t serão destinadas ao Rio Grande do Sul e 13 mil t para Santa Catarina. O edital com as regras dos leilões já se encontra no site da Conab (www.conab.gov.br).
Com isso, o governo reforça as medidas de apoio à comercialização do arroz, comentou o secretário de Política Agrícola, Ivan Wedekin. Ele acrescentou que o resultado dos leilões de 150 mil toneladas de arroz realizados ontem, que vendeu o equivalente a 94% do total ofertado, foram favoráveis à manutenção do mecanismo, inclusive com ampliação do volume ofertado para 200 mil t.
Os pregões da semana que vem, segundo Wedekin, ocorrerão nas mesmas condições econômicas dos leilões desta quarta-feira, ou seja, preço de exercício de R$ 24,00 com vencimento no dia 15 de setembro. No caso das opções privadas, o prêmio de risco é de R$ 3,00 por saca de 50 kg na abertura.
Algodão Os leilões de Prêmio de Risco de Opção Privada (PROP) e Prêmio de Escoamento de Produto (PEP) de algodão realizados hoje (14/07) praticamente venderam a totalidade da oferta. No pregão de PROP, foram vendidas as 27 mil t ofertadas e no leilão de PEP foram vendidas o equivalente a 95% da oferta, ou seja, 25.478 t de um total ofertado de 27.700 t.
No caso do PEP, houve uma ligeira disputa pelo prêmio, cujo preço de abertura foi de R$ 0,42 por arroba (15 kg) e no fechamento atingiu R$ 0,39, significando um gasto de R$ 9,936 milhões para o governo. No Prop, caso o arrematante lance as opções privadas, o governo terá um gasto equivalente a R$ 13,5 milhões.


