Fenarroz: negócios engatilhados esperando pacote do Governo

A expectativa de que a comercialização desta edição da feira deslanche de vez, depende das propostas de renegociação das dívidas e de que o preço da saca de 50 quilos possa ser vendida a R$ 22,00 no mínimo.

A maior parte dos negócios previstos para a 14ª Feira Nacional do Arroz (Fenarroz 2006) está paralisada até agora, à espera do anúncio de um pacote agrícola, prometido pelo Governo Federal, para hoje.

A expectativa de que a comercialização desta edição da feira deslanche de vez, depende das propostas de renegociação das dívidas e de que o preço da saca de 50 quilos possa ser vendida a R$ 22,00 no mínimo. Entre os estandes de máquinas e implementos agrícolas espalhados pelo parque Ivan Tavares da Fenarroz, quase a totalidade está com as vendas trancadas em função da grave crise enfrentada pelos arrozeiros, o que vem provocando protestos permanentes nas rodovias.

Muitos negócios estão engatilhados e vinculados ao que será proposto pelo Governo Federal, neste que pode ser considerado o dia “D” para as vendas da 14ª edição da maior feira orizícola da América Latina.

O presidente da Comissão Executiva, empresário do setor de transportes Érico Razzera, diz estar otimista quanto aos resultados do evento. Segundo ele, mesmo que os valores não alcancem os mais de R$ 160 milhões registrados na última edição do evento, a Fenarroz consolidou sua condição de palco dos principais negócios voltados ao plantio e, principalmente, ao beneficiamento de arroz.

Já o vice-presidente geral, Luiz Alberto Silva, deixou de lado a estimativa anterior de uma comercialização em torno de R$ 200 milhões e já considera um sucesso se esta edição ultrapassar os R$ 100 milhões.

– Sabemos que vários lançamentos e maquinário de última geração estão despertando o interesse dos arrozeiros, mas hoje será um dia decisivo para a concretização de muitos negócios – declara Luiz Alberto Silva.

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