Projeto do Irga para transferir tecnologia tem reunião final com bons resultados

O projeto, financiado pelo CFC (Common Found Commodities), teve reunião final nesta segunda (24) e terça-feira (25), na sede da Estação Experimental do Arroz (EEA), em Cachoeirinha (RS).

Para diminuir as lacunas de produtividade, o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), em conjunto com o Fundo Latino-Americano de Arroz Irrigado (Flar) e o Centro Internacional de Agricultura Tropical (Ciat) assinaram um convênio na década de 90, possibilitando a aplicação do Projeto de Transferência de Tecnologia no Estado. O projeto, financiado pelo CFC (Common Found Commodities), teve reunião final nesta segunda (24) e terça-feira (25), na sede da Estação Experimental do Arroz (EEA), em Cachoeirinha.

A aplicação aconteceu nos últimos três anos e cerca de 1500 produtores foram beneficiados, com aumento de produtividade em 1500 kg/ha. Neste período, o Rio Grande do Sul se tornou modelo em transferência de tecnologia para os países de Zona Temperada. O presidente do Irga esclarece que o Instituto dará continuidade a todo o trabalho com os produtores, através de sua equipe de extensão e consultoria técnica do Dr. Edward Pulver, do Flar.

A reunião desta semana teve a participação de extencionistas e pesquisadores do Irga, além de 23 produtores que aplicaram a idéia. Com o padrão e a dedicação dos arrozeiros para atingirem os resultados, o Flar convidou diversos orizicultores de Santa Catarina, Uruguai, Argentina e Equador para conhecerem o projeto desenvolvido nas lavouras gaúchas. Segundo o presidente do Irga, o grande mérito do Projeto de Transferência de Tecnologia foi empregar uma metodologia onde o próprio produtor é o veículo da transferência.

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