Produtores permanecem em reserva e governo prorroga retirada
A Funai (Fundação Nacional do Índio) havia notificado em março os arrozeiros e não-índios para que deixassem o local até 30 de abril e recebessem as indenizações a que têm direito e que já foram ajuizadas.
Produtores de arroz e parte da população não-índia que vivem no interior da terra indígena Raposa/Serra do Sol (área de 1,7 milhão de hectares em Roraima) não deixaram o local nesta segunda-feira, quando se encerrou o prazo dado pela Funai para que saíssem da área.
A Funai (Fundação Nacional do Índio) havia notificado em março os arrozeiros e não-índios para que deixassem o local até 30 de abril e recebessem as indenizações a que têm direito e que já foram ajuizadas.
Como eles não sairam o Governo Federal prorrogou o prazo de retirada pacífica desse grupo, que segundo dados da Funai, chega a 60 ocupantes não-índios. O número de arrozeiros estimado pelo órgão gira em torno de cinco, que detêm oito fazendas de arroz na área. Os arrozeiros dizem que são cerca de 30 produtores.


