Reposição de arroz contaminado sem previsão

A quantia apreendida nas unidades regionais de Imperatriz, Açailândia, Santa Inês e Barra do Corda, e que segundo a Vigilância Sanitária do Estado chega a 4 mil toneladas, depende da análise de quase 6 mil estocadas em Balsas, destinadas a reposição.

A substituição do arroz contaminado por fungo do beribéri ainda não foi prevista pelo governo federal. A quantia apreendida nas unidades regionais de Imperatriz, Açailândia, Santa Inês e Barra do Corda, e que segundo a Vigilância Sanitária do Estado chega a 4 mil toneladas, depende da análise de quase 6 mil estocadas em Balsas, destinadas a reposição.

Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), órgão federal responsável pela substituição, foram colhidas amostras das 6 mil toneladas para análise em laboratório no Rio de Janeiro, a fim de comprovar a boa conservação do grão.

Desta forma, a reposição só será feita após término do laudo por técnicos do Ministério da Agricultura. De acordo com o mesmo órgão, um outro laudo já foi feito, para atestar quantias depositadas em Imperatriz. De acordo com resultados, o arroz armazenado no município estaria impróprio para consumo.

Caso também se comprove a contaminação do grão estocado em Balsas, o arroz destinado a reposição deverá vir do Rio Grande do Sul, onde há por volta de 1 milhão de toneladas do cereal.

– Esperamos que o estoque de Balsas esteja em boas condições, pois será mais demorado trazer este arroz do Rio Grande do Sul – disse o gerente de Programas Sociais da Conab, Augusto Lustosa.

O gerente afirmou por telefone à reportagem de O IMPARCIAL que, até quinta-feira [13] o Ministério da Agricultura não havia confirmado para quando será o resultado dos testes.

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