Família Roesch quer o Museu do Arroz

A Oscip Defender foi a primeira entidade de Cachoeira do Sul a postular a criação do Museu do Arroz no município, sendo inclusive a ponta de lança das mobilizações já ocorridas pró-museu na cidade.

Capital Nacional do Arroz, berço das lavouras do arroz irrigado no Brasil, sede da maior feira orizícola da América Latina – a Fenarroz, Cachoeira do Sul por estas características é o município mais indicado no país para abrigar o Museu Internacional do Arroz, um espaço cultural que revelará a história do produto que gerou o desenvolvimento da região centro do estado. E são estes os motivos que levaram a Família Roesch a abraçar a idéia do museu.

O cirurgião Clóvis Roesch, neto de Reinaldo Roesch – proprietário do Engenho Brasil – está preparando um encontro para mobilizar a sociedade e aglutinar iniciativa privada e poder público, em todas as esferas, para tirar o sonho do museu do papel.

Segundo Clóvis, a idéia é inicial era de promover uma atividade na Granja Roesch, de propriedade da família, na localidade de Porteira Sete. No entanto, está sendo cogitada a possibilidade deste encontro acontecer em meio às atividades da Fenarroz – que acontece de 24 de maio a 1º de junho, mas por enquanto nada foi tratado. O presidente da Fenarroz, Érico Razzera, diz não haver nenhum acerto até o momento, afirmando ter poucas informações do encontro.

Razzera, porém, revela que se houver esta mobilização a Fenarroz é o local ideal para reunir a comunidade para conhecer a história e a importância do arroz para o município. A família Roesch, agora, pretende mobilizar a comunidade cachoeirense para buscar mais parceiros no resgate da história do arroz e assim efetivar o restauro do imóvel, que possui algumas dívidas, não reveladas pelos proprietários.

DEFENDER – A Oscip Defender foi a primeira entidade de Cachoeira do Sul a postular a criação do Museu do Arroz no município, sendo inclusive a ponta de lança das mobilizações já ocorridas pró-museu na cidade. Além disso, é a entidade responsável pela busca de parceiros para o restauro dos imóveis que compõe o Engenho Brasil e por levar a história do arroz por todo o Rio Grande do Sul, contada em painéis que justificam a implantação do museu. Caso haja o apoio da comunidade para a viabilização do projeto, pode ser formada uma parceria da família com a Defender já no encontro da Fenarroz, para o início do encaminhamento de projetos ao Ministério da Cultura para posteriormente começar a captação de recursos.

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