Ações de enfrentamento do beribéri são avaliadas no Maranhão
O beribéri começou a causar preocupação no Maranhão com o aparecimento de casos em 2006 quando os fatores apontados como causa da doença eram a monotonia alimentar, a alimentação inadequada ou mesmo a fome, além do alcoolismo.
Técnicos das secretarias de Estado do Desenvolvimento Social (Sedes), da Agricultura (Seagro), do Trabalho e Emprego (Setres), Universidade Estadual do Maranhão (Uema), Anvisa, Embrapa e um do Ministério da Saúde participaram, na manhã de ontem, de uma reunião promovida pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), para definir novas estratégias de enfrentamento do beribéri no Maranhão. Em 2007, o número de mortes causadas pela doença diminuiu. Foram registrados apenas quatro casos, que ainda estão sob investigação.
O beribéri começou a causar preocupação no Maranhão com o aparecimento de casos em 2006 quando os fatores apontados como causa da doença eram a monotonia alimentar, a alimentação inadequada ou mesmo a fome, além do alcoolismo. Em 2007 foi descoberta uma microtoxina, encontrada na cadeia produtiva de arroz, que dificulta a absorção da vitamina B1 pelo organismo e pode ser responsável também pela ocorrência de beribéri.
Durante a reunião de ontem, a SES apresentou as ações que vêm sendo realizadas nos 30 municípios maranhenses que já notificaram casos da doença, com destaque para o acompanhamento dos pacientes, feito pelo Grupo de Trabalho de Controle do Beribéri no Maranhão, integrado por representantes de vários órgãos. As ações conjuntas incluem ainda a fiscalização das condições higiênico-sanitárias dos processadores, empacotadores e comércio atacadista de cereais, envolvendo as culturas de arroz, feijão e milho.


