Arroz começa a ser embarcado para exportação

Movimento em Dom Pedrito e Uruguaiana começou ontem, com os produtores gaúchos liberando os primeiros caminhões para o beneficiamento.

Um grupo de indústrias, produtores e cooperativas deram início nesta segunda-feira 30 à exportação de 6,2 mil toneladas de arroz parboilizado para Chile e Caribe (Trinidad & Tobago), o maior volume da variedade já embarcado pelo país. Valter José Pötter, presidente da Federação dos Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), diz que há projetos para vender o produto em casca também para países da África e América do Sul.

O Brasil exporta, em média, 5 mil toneladas de arroz parboilizado por ano. No Brasil, cerca de 20% da produção é de arroz parboilizado. O consumo chega a 1,5 milhão de toneladas por ano e o preço é 10% superior ao do arroz comum.

Os arrozeiros de Uruguaiana assumiram a responsabilidade de abastecer a exportação para o Chile, que seguirá por via terrestre a partir do porto seco da cidade. Os embarques foram contratados pela empresa Serra Morena, uma das principais do mercado mundial, que vai beneficiar o produto antes de encaminhar para o exterior.

DOM PEDRITO

Nesta segunda-feira, 18 orizicultores de Dom Pedrito, na região da Campanha do Rio Grande do Sul, assinaram o contrato e começaram a carregar os caminhões que vão levar o arroz para ser beneficiado em Camaquã. De lá, o produto segue para o Terminal de Contêineres (Tecon) no Porto de Rio Grande, para embarque destinado ao Caribe. A venda foi concretizada ao preço de 200 dólares base casca.

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