Arroz ganha espaço em lavouras do Centro-Oeste

Produtor goiano prefere estabilidade do arroz do que arriscar na soja.

A decisão de ampliar em 10% a área de cultivo de grãos para a próxima safra já havia sido tomada pelo agricultor goiano Aguilar Mota. Há um ou dois anos, não haveria dúvidas sobre o que plantar nas terras novas: soja. Mas, entre o certo e o duvidoso, Mota preferiu continuar apostando na estabilidade do arroz em detrimento da produção do grão mais badalado, que enfrenta aumento nos custos de produção e preços externos em baixa.

Este ano, Mota está destinando 480 hectares para o arroz, 100 a mais que na safra recém-colhida. Para a soja, um aumento menor, de 350 para 400 hectares. “O arroz é uma cultura de pouco risco, tem pouca influência do mercado externo, dá estabilidade para o produtor e o retorno é mais previsível do que a soja”. Mota planta arroz há seis anos em Santo Antônio da Barra e Rio Verde.

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