Arrozeiro cobra medidas do Banco do Brasil

Os funcionários do BB estariam informando os produtores que aqueles que prorrogarem custeios e investimentos não poderiam acessar os recursos para a nova safra.

A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) encaminhou, ontem, à Comissão de Agricultura da Assembléia Legislativa gaúca e da Câmara dos Deputados, documento relatando as dificuldades enfrentadas pelos orizicultores junto ao Banco do Brasil (BB), para se valerem das medidas governamentais anunciadas.

O presidente da Federarroz, Renato Rocha, explicou que a principal reivindicação diz respeito às prorrogações dos custeios refinanciados (safras 2003/2004, 2004/2005 e 2005/ 2006) e investimentos com vencimento em 2007. A assessoria de imprensa do Banco do Brasil informou que a instituição já está operando com o que foi normatizado.

Rocha disse que os funcionários do BB estariam informando os produtores que aqueles que prorrogarem custeios e investimentos não poderiam acessar os recursos para a nova safra. Segundo o dirigente, o banco estaria exigindo semente certificada para os produtores acessarem os financiamentos. A demanda é de 3 milhões de sacas e o Rio Grande do Sul teria apenas de 1 milhão de sacas certificadas e aprovadas. O BB estaria exigindo a adesão ao Proagro e comprometimento máximo de 19% da renda com custo da terra, estrutura e reserva hídrica.

Deixe um comentário

Postagens relacionadas

Receba nossa newsletter