Arrozeiros pedem apoio a Rigotto e prorrogação do custeio

Além de sugerir medidas de desoneração ao arroz gaúcho para dar competitividade ao produto, arrozeiros querem o apoio do governador nos pleitos encaminhados aos ministérios da Agricultura e da Fazenda, bem como ao Banco do Brasil. A greve dos bancários está impedindo os produtores de pagar a parcela do custeio e de contratar financiamentos para a safra e capital de giro para a comercialização.

Entidades representativas do arroz no RS, como Federarroz, Farsul e Irga, entregaram na quinta-feira 7 a Carta de Tapes ao governador Germano Rigotto, no Palácio Piratini. Os produtores pediram o apoio do governador e atendimento a alguns pedidos como incentivos internos e desoneração tributária sobre a produção de arroz.

Também foi solicitado apoio ao governador gaúcho para encaminhamento de reivindicações ao Governo Federal, como pedido de implementação imediata de mecanismos de sustentação à comercialização, compra de produto para formação de estoques e apoio efetivo à exportação.

Em Porto Alegre, os arrozeiros aproveitaram para encaminhar pedido à Superintendência do Banco do Brasil de prorrogação dos vencimentos de custeio de outubro face à greve dos bancários. Segundo o presidente da Federarroz, Valter José Pötter, a alta adesão a greve por parte dos servidores do Banco do Brasil está impedindo os arrozeiros de efetivar o pagamento das parcelas do custeio, bem como de buscar novo financiamento para a safra 2004/05 e os mecanismos de crédito como CPR e NPR, entre outros.

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