Até 2020 Moçambique prevê diminuir dependência de importação de arroz
Agricultores moçambicanos buscam mais tecnologia para a produção
País investirá em tecnologia e modernização do manejo, com apoio de países asiáticos.
No mesmo período, está em curso um projeto para garantir a sustentabilidade do consumo e produção do arroz em Moçambique, informou Mahomed Valá, à margem de uma reunião em Maputo do Comité de Coordenação (Direção Nacional de Extensão Agrária e Direção Nacional de Serviços Agrários) dos Projetos de Melhoramento da Produtividade do Arroz no Regadio de Chókwè, Gaza, e no Regadio da Maganja da Costa, província central da Zambézia.
Segundo os dados apresentados no encontro, que contou com a participação de países financiadores, nomeadamente Japão e Vietname, Moçambique importa cerca de 350 mil toneladas de arroz por ano, o correspondente a cerca de 106 milhões de euros.
Mahomed Valá disse que a produção, assente no uso de técnicas rudimentares, conhecimento limitado, ineficiência na gestão da água e de infraestruturas, mantém o sistema de cultivo e produção do arroz em Moçambique em níveis de subsistência familiar.
"Nos próximos dois anos, o país vai processar 180 mil a 200 mil toneladas de arroz só no Chókwè em Gaza, sul do país, e no Baixo Limpopo com vários intervenientes", assegurou Mahomed Valá.
Estima-se que Moçambique tenha uma área de cerca de 900 mil hectares para produção de arroz, dos quais apenas 230 mil estão a ser explorados.



3 Comentários
Os países Africanos estão acostumados a consumirem arroz de péssima qualidade pelo jeito, importando do Vietname, comem qualquer porcaria, por isso estão sempre com surtos epidêmicos de todos os tipos de doenças como o EBOLA, RAIVA, LEPTOSPIROSE, LUMBRIGAS E ETC. Quando descobrirem a qualidade do arroz Gaúcho para importarem a saúde do povo Africano vai melhorar, é garantido.
Seu Carlos eles realmente estão descobrindo a qualidade do arroz gaucho… Estão importando nossas sementes e tecnologia… Em breve vão nos dar um baita pontapé no traseiro… Inteligente não???
Concordo plenamente amigo Flávio, mas dirigentes inteligentes de Cooperativas , acham que estão abrindo mercado.
O que dizer a eles ?
Os Americanos não vendem 1 Kg de semente ao exterior, em casos especiais vendem sementes hibridas que não podem ser multiplicadas, cobrando royaltes altíssimos através de suas empresas multinacionais.