Cadeia produtiva gaúcha quer mais armazéns e recursos para AGF
Cadeia orizícola envia documento para a CONAB pedindo medidas para assegurar preços mínimos de comercialização.
Algumas das principais entidades do setor do arroz do Rio Grande do Sul estiveram reunidas no último final de semana em Dom Pedrito (RS), na sede da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) para debater o momento, estratégias para a comercialização da safra e novas gestões junto ao governo federal.
Em um documento conjunto, Federarroz, Farsul, Irga e Sindarroz reforçam a solicitação de credenciamento de armazéns para pessoas físicas, que ainda não é permitido. Este pedido é apenas o reforço de solicitações anteriores, pois há previsão de falta de armazéns para a safra futura no Rio Grande do Sul.
O documento ainda pede a liberação imediata de R$ 150 milhões para contratos de Aquisições do Governo Federal (AGFs). Na semana passada o Governo Federal anunciou a liberação de 145 milhões para o arroz, mas os produtores estão preocupados com a demora na liberação.
– Na semana passada foram liberados mais R$ 40 milhões para AGFs do arroz no Rio Grande do Sul. Todavia, a demanda só no estado já está em quase 100 milhões destacou o diretor-executivo da Federarroz, Renato Rocha.
As entidades também estão solicitando a ampliação do limite de contratos de 2,5 mil sacos para cinco mil sacos por produtor. O documento será encaminhado ao Ministério da Agricultura (Mapa) e Conab, além da superintendência da companhia no Estado.


