Camil irá pagar R$ 150 milhões em dividendos

A empresa ainda afirmou que terão direito aos dividendos todos os acionistas detentores de ações na data base de 8 de dezembro de 2020.

A Camil (CAML3) informou nesta quarta-feira (16) que irá pagar R$ 150 milhões em dividendos aos seus acionistas. De acordo com o documento, o valor representa R$ 0,407783333 por ação ordinária da companhia.

A empresa ainda afirmou que terão direito aos dividendos todos os acionistas detentores de ações na data base de 8 de dezembro de 2020. Assim, a parti do dia 9, os papéis já era negociados como ex-dividendos.

Os valores serão pagos no dia 18 de dezembro de 2020, sem que seja devida qualquer atualização monetária ou remuneração correspondente entre a data de declaração e de efetivo pagamento.

6 Comentários

  • Quem distribui é a Camil? Quem produz e ajuda a pagar a conta é o produtor! A agiotagem explorando a produção! E o pessoal segue plantando prá enriquecer quem só especula! Acordem pessoal.

  • Quanta bobagem Sr. Flavio!!! Faz o seguinte, pare de plantar e monte uma industria, Inverta a situação e se coloque no outro lado, ai o sr. pode tirar as suas conclusões, mas antes disto NÂO!!!!

  • É Camil pagando acionistas… É Camil construindo uma megaestrutura em Itaqui. É Camil construindo megaestrutura em Osaco. E o produtor vendendo arroz a R$ 60 na colheita! E esse cidadão vem comentar essa besteira acima defendendo a industria e seu modo operandis! Enquanto isso o produtor se lascando para financiar tudo isso.

  • O jeito é comprar ações da Camil pra receber os dividendos, e não precisa nem ser produtor. Porque produtor só paga a conta. Sds.

  • Certas suas colocações Sr. Ederson! Sr. Flavio, compre ações da CAMIL e pare de plantar arroz. Não sou Industria e tão pouco produtor, sou um consumidor realista. Se não esta gostando da sua profissão, troque ou vá para uma instituição ou uma lavoura que dá melhor rentabilidade para o sr. !!!

  • Endosso suas palavras, Sr. Ricardo. O colega aí não tem a mínima noção de como funciona uma indústria, a qual ele menospreza dizendo que somente distribui o produto. Ele acha que o produto em casca e sujo que ele entrega é o mesmo que o consumidor consome. Ele desconsidera todo o maquinário de limpeza, polimento e cozimento do arroz, todo o maquinário de seleção de grãos e de embalagem, todos os insumos aplicados no processo como embalagens primárias e secundárias, peças de manutenção, estrutura de armazenamento, logística, veículos, sistemas, etc. O agricultor pode até ter motivos para estar ressentido, afinal fazia anos que o rizicultor não ganhava dinheiro. Mas daí a falar tamanha bobagem não se justifica. Sr. Flávio, considere as opções de plantar outra cultura (soja e milho estão dando mais dinheiro), de mudar-se para um estado que tenha menos secas que o seu, de associar-se a uma cooperativa de agricultores que monte sua própria indústria de beneficiamento ou de tornar-se um acionista da Camil. Existem muitas opções mais sensatas do que ficar atirando pedras em parte da cadeia de abastecimento.

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