Goiás: estado vai investir R$ 3 milhões em lavouras comunitárias

O lançamento acontece nesta quarta-feira, 19, às 10 horas, na Praça Cívica, com presença de vários prefeitos, produtores rurais, agricultores familiares e autoridades.

Este ano, o Governo do Estado, por intermédio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seagro), vai investir R$ 3 milhões no Programa Lavoura Comunitária – safra 2005/2006, que deve atender a cerca de 200 municípios goianos. O lançamento acontece nesta quarta-feira, 19, às 10 horas, na Praça Cívica, com presença de vários prefeitos, produtores rurais, agricultores familiares e autoridades.

Até hoje, a Superintendência de Agricultura Familiar da Seagro recebeu 430 pedidos de cadastramento por parte das prefeituras e de associações de produtores. Até o momento, conforme a coordenação do programa, há insumos para atendimento de aproximadamente 20 mil hectares. Mas, de acordo com o superintendente Executivo da Secretaria, Carlos César de Queiroz, há negociação em andamento no governo federal para a liberação de R$ 500 mil, para aquisição de mais sementes de arroz e milho, além de adubo.

A meta, segundo ele, é oferecer aos beneficiários do programa assistência técnica integral com o objetivo de manter as médias alcançadas na safra anterior de 0,5 hectares por família e rendimento de 2 toneladas de arroz e 3 toneladas de milho por hectare. No dia do lançamento do programa vai ser iniciada a entrega dos insumos, quando 15 municípios vão receber as sementes e o fertilizante.

Para o secretário Roberto Balestra, o programa tem um alcance social muito grande, porque as lavouras comunitárias representam uma alternativa de integração de muitas famílias carentes das zonas rural e urbana ao processo de produção, gerando ocupação de mão-de-obra e alimentos.

– A ampliação do programa não depende apenas da boa vontade do Governo do Estado e da Secretaria. As prefeituras precisam estar em dia com as suas obrigações previdenciárias e fazendárias, o que, às vezes, limita a abrangência dos convênios – esclarece Balestra.

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