Reunião de hoje decide recurso a arrozeiros

Depois do encontro de ontem à noite, o setor agora trata de negociar a rápida liberação dos recursos para comercializaão do arroz.

Os representantes dos arrozeiros em Brasília levarão hoje aos técnicos do Ministério da Agricultura (Mapa) a necessidade de realização de contratos de opção pública a R$ 27,00 a saca de 50 quilos para retirar do mercado 1,5 milhão de toneladas do RS e de SC. Segundo o presidente da Federarroz, Valter José Pötter, que participou da reunião com o presidente Lula, o governo federal não revelou quanto, do R$ 1 bilhão, deve ser destinado ao setor. A reivindicação é de R$ 810 milhões.

– Porém, o recurso entrará para o produtor somente a partir do fim de julho ou agosto – comentou Pötter.

Segundo o presidente do Irga, Pery Coelho, a posição do setor está acertada e as medidas devem vigorar o mais cedo possível.

– O arrozeiro está há 10 meses recebendo com valor abaixo do custo de produção – frisou.

Durante a quarta-feira, a comitiva ouviu do vice-presidente de Agronegócios do Banco do Brasil, Ricardo Conceição, a possibilidade de ter a primeira parcela de custeio, prevista para julho, prorrogada por um mês. A solicitação é de que as três primeiras a vencer sejam adiadas. Cálculos da Federarroz totalizam R$ 1,2 bilhão a serem pagos a partir do mês que vem. Conforme o deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS), as parcelas de investimento poderão ser prorrogadas devido à perda de renda.

O grupo gaúcho conta com o apoio de lideranças da Farsul, Sindarroz, parlamentares e prefeitos e entidades também de SC. O vice-presidente da Federarroz, Juarez Petry, reconheceu avanço na pauta de reivindicações devido à mobilização dos produtores.

– A manifestação nos deu oportunidade dessa rodada de reuniões – afirmou

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