Laércio Oliveira defende investimentos na rizicultura em Sergipe
A cidade de Propriá, às margens do rio, chegou ao apogeu entre as décadas de 40 a 60 por causa da rizicultura. Na época, tinha até uma agência da Varig. Era constante o fluxo de hidroaviões que faziam o transporte de passageiros.
O deputado acompanhou o processo de acondicionamento, beneficiamento, estocagem, secagem e distribuição do produto. “Achei muito interessante os métodos aplicados para a secagem e purificação do arroz. É importante conhecer a produção para saber defender melhor os rizicultores durante meu mandato. Falta incentivo para expandir o desenvolvimento da produção”, disse Laércio para os beneficiadores, que também são produtores de arroz.
A cidade de Propriá, às margens do rio, chegou ao apogeu entre as décadas de 40 a 60 por causa da rizicultura. Na época, tinha até uma agência da Varig. Era constante o fluxo de hidroaviões que faziam o transporte de passageiros. Na década de 60, Propriá tinha um campo de pouso e era a segunda na economia do estado, perdendo apenas para a capital Aracaju.
Hoje a região é uma das mais pobres do estado, apesar da riqueza do Rio São Francisco.
Segundo os rizicultores, a produção de arroz em Sergipe atualmente é muito pequena. E essa é a maior dificuldade porque não tem como concorrer com outras regiões do país. “Sergipe já foi um dos grandes rizicultores do Brasil, mas a queda na produção foi acontecendo ao longo dos anos e os produtores de arroz necessitam de apoio para que possam retomá-la em grande escala. Neste ano, nós estamos beneficiando as produções de Sergipe e parte dos municípios de Alagoas. Se pudéssemos desenvolver uma produção de grãos maior aqui no nosso perímetro irrigado, trabalharíamos somente com o produto sergipano, que é de excelente qualidade. As grandes indústrias alimentícias compram o arroz sergipano”, disse o beneficiador de arroz, Jorge Sat.
Laércio Oliveira disse para os beneficiadores e produtores que continuará lutando para que eles possam ampliar suas conquistas. O deputado se comprometeu a continuar empenhado a buscar junto ao governo federal os meios para que a produção de arroz em Sergipe seja otimizada.
“Incentivar a rizicultura é fixar o homem no campo, é gerar emprego e produzir alimentos para a população. Cada usina de beneficiamento de arroz gera, desde o plantio até o empacotamento e distribuição, cerca de 600 empregos diretos. O número se amplia bastante, quando temos uma produção maior, pois são necessárias mais pessoas para trabalhar com uma maior tonelagem de grãos. Investir no arroz é promover o crescimento da economia sergipana”, comentou o deputado.


