Coopersulca aumenta a industrialização de arroz

Com o funcionamento de todas as linhas, a produção crescerá para 400 mil fardos de 30 quilos do produto por mês
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Uma produção mensal de 250 mil fardos de arroz. É esta a produção que a Cooperativa Regional Agropecuária Sul Catarinense (Coopersulca), de Turvo, começa a contabilizar no primeiro momento com o novo parque industrial. A nova unidade, que contará com quatro linhas de produção, já vem produzindo o arroz branco polido e iniciou nesta quinta-feira o tipo parboilizado. Com o funcionamento de todas as linhas, a produção crescerá para 400 mil fardos de 30 quilos do produto por mês.

O parque industrial da Coopersulca, com área total de mais de 6 mil metros quadrados, será inaugurado oficialmente no sábado, data em que se comemora o Dia do Cooperativismo. O projeto prevê ainda a expansão com uma quinta linha. Do arroz comprado dos agricultores pela cooperativa, 90% vêm dos municípios do Vale e da região Carbonífera. A produção, antes da nova unidade, era de 150 mil fardos de 30 quilos por mês. Do produto Arroz Fazenda, produzido pela cooperativa, o parboilizado corresponde a 80%, seguido pelo arroz branco polido.

Com o parque industrial, duas indústrias de arroz foram desativadas. “O parque industrial da Coopersulca é considerado hoje o maior do Estado em uma única planta. Com a nova unidade desativamos duas indústrias que estavam com sua estrutura e maquinários defasados. Não compensaria a sua reforma. A nova construção foi realizada com 70% dos recursos do BNDES”, explica Luiz Fernando Bendo, assessor da cooperativa.

Parque substitui máquinas antigas

O parque industrial contará com quatro linhas de produção e ganhou modernização e tecnologia. Pioneiro no Estado, a estrutura substitui as tradicionais chaminés por galerias, trabalhando assim a questão ambiental. “Com o processo de decantação, a água que passará por processo de filtragem será aproveitada para o uso secundário. As cinzas de arroz queimadas nos filtros aéreos serão aproveitados na fertilização do solo, e serão fornecidas como adubo para os agricultores. As máquinas de processamento têm sistema de exaustor. Com isso, não liberam o pó produzido pelo arroz na atmosfera.”, explica Bendo.

A inauguração do parque industrial de arroz, que funciona no Distrito Industrial de Turvo, acontece no sábado com uma solenidade às 10h.

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