Ministério cobra ação imediata sobre sementes piratas
Apesar de o Mapa ter enviado o ofício sobre a apreensão de arroz no dia 24 de julho, a Superintendência da Polícia Federal, em Porto Alegre, não soube informar a situação da investigação.
O superintentende do Mapa, Francisco Signor apontou que o papel do ministério não é investigar os autores do contrabando de cargas de arroz, mas identificar as variedades ilegais.
– É um assunto mais para a Polícia do que para o Ministério – disse.
Ele afirmou que, no ano passado, houve o plantio e há produtores de semente ilegal no Estado. A variedade, conforme o superintendente, seria comercializada por valores que chegariam a R$ 95,00 a saca.
– Como fica a situação das empresas de pesquisa? – questionou.
Apesar de o Mapa ter enviado o ofício sobre a apreensão de arroz no dia 24 de julho, a Superintendência da Polícia Federal, em Porto Alegre, não soube informar a situação da investigação.
– Isso tem que ser feito agora. Se deixar para mais tarde, perde o controle – alegou Signor.


