Conab estima safra de grãos de 360,8 milhões de toneladas em 2025/26
A produção do arroz (em casca) foi estimada em 11,2 milhões de toneladas
(Por Agência Brasil) A produção brasileira de grãos na safra 2025/26 deve alcançar 360,8 milhões de toneladas, volume 2,4% superior ao colhido na temporada anterior. A estimativa consta do 11º Levantamento da Safra de Grãos, divulgado nesta quinta-feira (13) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Segundo a estatal, o crescimento corresponde a um acréscimo de 8,5 milhões de toneladas em relação ao ciclo 2024/25. O resultado é influenciado pela expansão de 2,1% na área cultivada, estimada em 83,5 milhões de hectares.
A produtividade média das lavouras está prevista em 4.322 quilos por hectare, desempenho próximo ao registrado na safra passada, segundo a Conab.
O arroz, o milho e a soja são os três principais produtos deste grupo que, somados, representaram 92,9% da estimativa da produção e respondem por 87,4% da área a ser colhida.
Para a soja, a estimativa de produção do instituto foi de 174,9 milhões de toneladas. Quanto ao milho, a estimativa foi de 141,8 milhões de toneladas (29,9 milhões de toneladas de milho na 1ª safra e 111,9 milhões de toneladas de milho na 2ª safra). A produção do arroz (em casca) foi estimada em 11,2 milhões de toneladas; a do trigo, em 6,4 milhões de toneladas; a do algodão herbáceo (em caroço), em 9,2 milhões de toneladas; e a do sorgo, em 5,8 milhões de toneladas.
No que se refere à produção, ocorreram acréscimos de 5,3% para a soja e de 7,6% para o sorgo, bem como decréscimos de 6,7% para o algodão herbáceo (em caroço), de 11,3% para o arroz em casca, de 6,9% para o feijão e de 18,6% para o trigo. Para o milho, houve um crescimento de 59 371 toneladas (0,0%), com aumento de 16,4% para o milho 1ª safra e declínio de 3,6% para o milho 2ª safra).
Quanto à área a ser colhida, em relação ao ano anterior, houve crescimentos de 1,3% na área a ser colhida da soja, de 2,3% na do milho (aumentos de 8,4% no milho 1ª safra e de 0,8% no milho 2ª safra) e de 21,5% na do sorgo, ocorrendo declínios de 4,9% na do algodão herbáceo (em caroço), de 12,3% na do arroz em casca, de 4,4% na do feijão e de 19,3% para o trigo.


