Leilão de PEP negocia 98% da oferta no Rio Grande do Sul
No total dos valores, a operação gerou R$ 5.028.079,40.
O Leilão de Prêmio de Escoamento de Produto realizado nesta quarta-feira pela Conab negociou 52.158,5 toneladas de arroz, de um total de 57,5 mil toneladas ofertadas, totalizando 90,71% da oferta total.
O lote 1, para o Rio Grande do Sul, negociou 98,22% da oferta, ou 49.108,5 toneladas de 50 mil/t. Já o segundo lote, direcionado à Santa Catarina, negociou 3.050 toneladas das 7,5 mil ofertadas, perfazendo (40,67%). No total dos valores, a operação gerou R$ 5.028.079,40.



8 Comentários
O governo esta tentando fazer a sua parte, resta a industria pegar este dinheiro e repassar ao produtor pagando os R$25,80, LIVRE DE FRETE E TABELAS
Logo após o leilão consultei uma empresa que trabalha com parbo em pelotas e fiquei sabendo que eles querem pagar R$ 24,20 pelo arroz posto na industria deixando o produtor arcar com os custos do frete , o detalhe é que apesar de R$ 24,20 ser o valor para arroz de baixo rendimento eles exigem arroz de no mínimo 60% de inteiros que teriam que pagar R$ 25,80 livre ao produtor , quero saber onde está o ministério público que não fiscaliza essas industrias que estão se adonando do dinheiro público destinado aos produtores, a esperada CPI do cartel das industrias de arroz ficou só no papel.
Leilões em plena safra, com certeza, não é a melhor alternativa. Arrasta o preço para a vala comum.
Há aque se buscar outros mecanismos.
Durante o ano, por exemplo, distribuir como cesta básica, na merenda escolar, e até a nível internacional, em regiões onde há falta de alimentos.
Ou então, adotar medidas mais drástica: partir para a produção programada, com redução da área de plantio, se for o caso.
Trata-se, no entanto, de midada extrema que, a nosso ver, não deveria ser adotada sob hipótese alguma enquanto houver pessoas passando fome no mundo. A FAO, com certeza, precisa ser acionada.
Bom dia Kleiton, se isto esta acontecendo vc deve colocar o nome d industria dar nome aos bois e vai ate o ministerio publico com documentos que comprovem o q vc esta alegando, ai acaba a farra. Antes olhe bem o edital em especial a tabela de precos
Parabens pelo comentário Sr. Onévio. Penso parecido. Acho que enquanto o arrozeiro não tiver controle na venda de sua produção, ele ficará a mercê do mercado. O mercado que é cruel e não perdoa vacilos. É a vez da união da categoria junto a seus representantes classistas e o repensar da atividade. Ser eficiente na produtividade e qualidade não basta, é fundamental vender bem. É importante que mais produtores emitam suas opiniões e através deste canal acho interessante.
Eu acharia que os produtores deviam se preocupar mais em qualidade e não quantidade . Porque pra indústria é muito mais viável um arroz de bom rendimento do que os mais fracos. Hoje em dia quem não tem qualidade passa mais trabalho para vender seu produto.Outro ponto que eu acho é que o produtor devia vender seu produto o quanto antes melhor assim gira muito mais fácil . Estamos no comesso de uma súper safra e tem produtores que estão com seus silos de armazenagem cheios ainda !!
Sr. Luiz Carlos, dar nome aos bois aqui é anti-ético, se o Sr. tiver um tempinho consulte todas corretoras de arroz e pergunte se alguma pagou ou vai pagar R$25,80 para algum produtor, seja arroz a depósito ou fora, através das associações e da FEDERARROZ vai ser sim encaminhada denuncia ao MP por se tratar de dinheiro da união, incrível oque PEP fez com o mercado Sr. Luiz Carlos quando se fala tanto em qualidade o arroz tipo 2 (parbo) esta sendo comercializado a preços maiores que o tipo1, no mínimo é estranho ou tem alguém ganhando e MUITO com isso ou será que misteriosamento o tipo1 virou tipo2??? CPI JÁ!!!
temos q bater no governo se eles nao se sensibilizar nao adianta nada eles compram arroz de forra e o nosso fica pra tras a industria nao ta nem ai p o produtor falou gente