Pós-colheita é um gargalo da qualidade do arroz . A qualidade do arroz na indústria depende das etapas de produção e pós-colheita, especialmente secagem e armazenamento, que podem ser realizadas na propriedade rural ou nas agroindústrias. A qualidade nutritiva do arroz pode ser comprometida nesses processos. “A tecnologia industrial, por mais avançada que seja, não […]Leia mais
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Arroz parboilizado tem o Selo de Qualidade de Abiap. A definição dos atributos a serem avaliados para estabelecer critérios de qualidade para o arroz parboilizado, que atualmente representa 25% do mercado brasileiro, é ampla e subjetiva. Segundo o engenheiro químico Gilberto Wageck Amato, pouco se conhece, pelo mundo, afora regulamentos e normas de classificação. O […]Leia mais
O consumidor determina a linha do melhoramento. A busca pela excelência no produto oferecido nas gôndolas dos supermercados é uma tendência que já chegou aos programas de melhoramento genético do arroz dos centros especializados da Embrapa e do Instituto Rio-grandense do Arroz (Irga). Os pesquisadores trabalham sob a pressão da indústria para desenvolver variedades de […]Leia mais
Produção integrada é o próximo passo para exportar . Imagine um consumidor europeu adquirindo um pacote de arroz num supermercado de seu país e identificando, pelo código de barras, quando, como e onde foi produzido. Esse produto precisará estar adequado à mais rigorosa legislação internacional de segurança alimentar. Para o arroz brasileiro esse futuro não […]Leia mais
Centro-oeste quer cuidado com a 269 e busca qualidade. A cadeia produtiva do Centro-oeste vê com cautela a revisão da Portaria 269, que determina a classificação do arroz no Brasil. As alterações propostas pelo Sul podem comprometer o sistema de produção de terras altas. O presidente do Sindicato Intermunicipal das Indústrias da Alimentação do Estado […]Leia mais
Bioóleo da casca de arroz poderá substituir o diesel . Tecnologia desenvolvida no Laboratório de Pesquisa em Tratamento de Efluentes e Resíduos, do departamento de química da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), poderá transformar em óleo combustível cerca de 1,2 milhão de toneladas de casca de arroz que vão para o lixo anualmente no […]Leia mais
Óleo de farelo de arroz é opção ao diesel. Os esforços realizados no Rio Grande do Sul para encontrar formas de agregar valor ao arroz gaúcho levaram um grupo de pesquisadoras da Faculdade de Química da PUC/RS a desenvolver tecnologias para a obtenção de biodiesel a partir do óleo do farelo desse cereal. Esse projeto […]Leia mais
Derivado evolui de lixo a fonte de geração de energia. No Rio Grande do Sul, a casca de arroz deixou de ser um problema ambiental para se tornar fonte de renda e energia em usinas de biomassa. A queima desse subproduto para geração de energia elétrica é cada vez mais presente na cadeia produtiva, chamando […]Leia mais
Camil fatura em energia e com o ganho ambiental. A usina de energia da Camil Alimentos, na cidade de Itaqui (RS), é a maior na produção de energia e recebeu no mês de julho o primeiro pagamento dos créditos de carbono, mecanismo criado para reduzir a emissão de gás carbônico (CO2) na atmosfera. O Governo […]Leia mais
Faltou preço. Sobrou energia e ganho ambiental. A crise de rentabilidade na cadeia produtiva do arroz e os programas do Governo gaúcho de incentivo à geração de energia no Rio Grande do Sul, associados ao pagamento de créditos de carbono por países desenvolvidos, estão estimulando investimentos em usinas termelétricas com casca de arroz. Há pelo […]Leia mais


