O presidente do Sindicato das Indústrias de Arroz do Mato Grosso (Sindarroz-MT), Joel Gonçalves Filho, explica que em relação a este cereal, os preços baixos se devem ao excesso de produto no mercado em função da boa safra. Comer arroz com feijão está mais barato em Mato Grosso e em outras regiões do país. O […]Leia mais
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“As commodities agrícolas serão um grande investimento nos próximos três a cinco anos”, disse Oliver Kratz, que administra US$ 10 bilhões como diretor de Investimentos da Global Thematic Strategy da DB Advisors, do Deutsche Bank, inclusive US$ 3 bilhões em agricultura. A queda da produção de commodities, do arroz ao leite, é má notícia para […]Leia mais
Em seguida vêm o feijão e o pão, consumidos diariamente por 75% e 73% da população, respectivamente. Pesquisa mostrou que o arroz é o alimento que mais aparece no cardápio dos moradores de São Paulo, tanto no das classes C, D e E (93%, em média), quanto no das classes A e B (85%). Em […]Leia mais
Entra em vigor amanhã a instrução normativa que altera valores de pauta fiscal para o arroz comercializado no mercado goiano. Entra em vigor amanhã a instrução normativa que altera valores de pauta fiscal para o arroz comercializado no mercado goiano. A pesquisa realizada pela Coordenação de Pesquisa Mercadológica da Gerência de Informações Econômico-Fiscais da Sefaz […]Leia mais
Arroz e feijão dos bons e das melhores marcas deixaram de ser um luxo para a aposentada Geralda Teresa da Silva, depois de muitos anos em que ela se viu obrigada a escolher alimentos tão essenciais na mesa do brasileiro sempre pelos preços mais baixos encontrados nas gôndolas dos supermercados. Arroz e feijão dos bons […]Leia mais
Maringá teve o maior número de embalagens reprovadas pelo Ipem. Até mesmo Curitiba, onde mais testes de laboratório foram realizados, menos produtos com peso inferior foram verificados. O Instituto de Pesos e Medidas do Paraná (Ipem) realizou operação de fiscalização nas embalagens de itens da cesta básica no Paraná e Maringá foi o local onde […]Leia mais
As maiores reduções ocorreram no feijão (-46,77%), na farinha de trigo (-23,21%) e no arroz (-19,51%). Apesar de um aumento de 1,09% na cesta básica em outubro, Curitiba ainda experimenta, no ano, uma queda de 5,58% no valor do conjunto de alimentos essenciais. No último mês, os dois itens que mais sofreram aumento o açúcar, […]Leia mais
O arroz está custando 17,22% menos, variando de R$ 2,50 para R$ 2,07. O famoso feijão com arroz do brasileiro ficou mais barato. Em um ano, o preço do feijão caiu quase pela metade. O quilo passou de R$ 5,06 para R$ 2,66, uma variação de 47,43%, segundo pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e […]Leia mais
O arroz que custava R$ 1,80, hoje é vendido a R$ 1,63, redução de R$ 0,17 centavos, uma deflação de 10,5%. Essa é mais uma constatação do Movimento das Donas de Casa e Consumidores de Vitória da Conquista e Sudoeste da Bahia. O MDC Conquista, há seis meses tem feito pesquisas periódicas (todo mês) […]Leia mais
O aumento foi motivado principalmente pela maior área destinada à cultura, que passou de 239,8 mil hectares na safra 07/08 para 280,6 mil hectares na safra que acabou de terminar, alta de 17%. O preço do arroz no varejo de Cuiabá e Várzea Grande está até 16,6% mais baixo. Se em janeiro os consumidores adquiriram […]Leia mais


