Técnicos fazem levantamento na comunidade indígena para cultivo de arroz
O pesquisador da Empaer, Valter Martins de Almeida, fala que a comunidade vai continuar recebendo acompanhamento técnico e orientações sobre época de semeadura, espaçamento, controle de plantas daninhas, manejo cultural, entre outras informações.
Amarildo comenta que este projeto é pioneiro, começou no ano de 2012, com a participação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que disponibilizou uma tonelada de sementes de arroz para o cultivo da variedade BRS Sertaneja. Numa área de 20 hectares, a primeira colheita rendeu mais de 42 toneladas, atingindo uma produtividade de 1.934 quilos por hectare.
O pesquisador da Empaer, Valter Martins de Almeida, fala que a comunidade vai continuar recebendo acompanhamento técnico e orientações sobre época de semeadura, espaçamento, controle de plantas daninhas, manejo cultural, entre outras informações. A primeira colheita contou com a participação e ajuda dos produtores rurais, que cederam os implementos agrícolas. O projeto visa atender 40 famílias da comunidade indígena.
Numa área de 36 mil hectares, a tribo Bakairi abriga 116 pessoas, que antes viviam tão somente da pesca, caça e agora estão plantando para garantir a subsistência e comercializando os excedentes. Em 5 mil metros quadrados, foram cultivados recentemente as culturas de mandioca, banana da terra, laranja e limão. Já está programada a implantação de duas hortas comunitárias para o cultivo de verduras e legumes.
O projeto conta com a parceria do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Governo de Mato Grosso, Prefeitura de Nobres e Funai (Fundação Nacional do Índio).


