Segundo a Federarroz, fatores de mercado fazem com que não existam motivos de previsão de queda de valores durante a próxima colheita. A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) comunica ao mercado que não existem motivos para se prever queda de preços na colheita da safra 2020/2021. Isto em função, […]Leia mais
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Esperando preços de R$ 70,00 a R$ 80,00 para a próxima safra, a Camil prevê um novo bom ano para o arroz e o feijão. Enquanto suas ações acumulam alta de mais de 51% no ano, na esteira de fatores como a disparada nos preços do arroz e do feijão, a companhia enxerga espaço para […]Leia mais
Colaboradores do Cepea indicam que esse cenário está atrelado ao baixo ritmo de negócios no spot nacional. O movimento de alta dos preços do arroz em casca continua, mas com menor intensidade. Entre 29 de setembro e 6 de outubro, o Indicador do arroz Esalq/Senar-RS, 58% grãos inteiros, com pagamento à vista, subiu 1,1%, fechando […]Leia mais
Embarques tailandeses devem cair de 7,5 para 5 milhões de toneladas de arroz. A Associação de Exportadores de Arroz da Tailândia disse na segunda-feira que a exportação de arroz da Tailândia deve cair de 7,5 milhões de toneladas estimadas em 130 bilhões de baht (US $ 4,138 bilhões) no ano passado para 5 milhões de […]Leia mais
O arroz segue em alta no Estado. A pecuária é o destaque do Boletim Agropecuário de setembro. O documento, emitido mensalmente pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa) aponta sequência de alta nos preços de leite e do boi gordo. As exportações de carne suína tiveram o segundo melhor faturamento mensal da série histórica, […]Leia mais
Na parcial do ano, a valorização é de 107,26%. O Indicador do arroz Esalq/Senar-RS, 58% grãos inteiros, com pagamento à vista, fechou a R$ 99,57/saca de 50 kg nessa terça-feira, 1º de setembro, novo recorde real na série histórica do Cepea e expressivo aumento de 12,5% frente ao da terça anterior, 25. Na parcial do […]Leia mais
O setor arrozeiro gaúcho, no início dos anos 2000, dependia de intervenções governamentais e mecanismos lastreados nos preços mínimos que elevavam estoques públicos e a pressão destas disponibilidades em nova intervenção (de oferta) no mercado. Em muitas safras, os preços ficavam abaixo das referências oficiais e essa política era de vital importância. Esse cenário contribuiu […]Leia mais
Uma combinação de fatores determinou a queda acentuada da área e, em menor proporção, da produção de arroz no Brasil e no Rio Grande do Sul. Entre 2000 e 2020, a área plantada com arroz no Brasil acumula uma queda de 55%, de 3,677 milhões de hectares para os atuais 1,650 milhão de hectares. A […]Leia mais
Balança comercial ajusta quadro de oferta e demanda do Mercosul . Uma conjuntura que reuniu o câmbio favorável, os Estados Unidos ausentes do mercado internacional desde março e a alta demanda global por arroz por causa da pandemia da covid-19 fizeram com que o Brasil batesse recordes nas exportações entre março e julho de 2020. […]Leia mais
Nos últimos 20 anos, o mercado orizícola brasileiro se consolidou como um forte investimento em tecnologia no campo e desenvolvimento genético de sementes. Estes trabalhos resultaram em uma significativa expansão da produtividade do setor de 116,2% no Brasil. Para se ter uma ideia do salto dado, na safra 1999/2000 a produtividade identificada era de 3.106 kg/ha […]Leia mais


