Edições: Edição 05 - Maio de 2002

Descascar arroz não é indústria

Análise da MBA repassa processo ao produtor . Desde o ano 2000 o setor industrial arrozeiro desenvolve a tese de que descascar o arroz não é um processo de industrialização, mas sim ainda uma etapa da produção, com responsabilidade ainda para o produtor. "Industrializar o arroz", defende José Nei Telesca Barbosa, "é fazer biscoito, bolacha, […]Leia mais

Quem procura, acha

Pesquisa do arroz está entre as 10 de maior desenvolvimento no mundo . A pesquisa da cultura do arroz no Rio Grande do Sul e no Brasil é coisa séria. Hoje está situada entre as 10 pesquisas rurais de maior desenvolvimento no mundo. E este dado tem razões históricas de ser. Muito cedo o produtor […]Leia mais

A brecha na produção

O mundo consome cada vez mais arroz, mas produz menos . Pelo segundo ano consecutivo a produção mundial de arroz deverá cair, alcançando o nível de 392,2 milhões de toneladas de arroz branco. A China é o principal responsável por essa queda. Como o consumo mundial para este ano está previsto em 403,7 milhões de […]Leia mais

Cultivares estão entre as melhores do planeta

As cultivares desenvolvidas pela pesquisa no Rio Grande do Sul e no Brasil são resistentes às principais doenças. A irrigação proporciona um equilíbrio que não só é importante pelo desenvolvimento sem o estresse da estiagem como também diminui o ataque de doenças e insetos. O bom controle de invasoras que se faz no Rio Grande […]Leia mais

Sequeiro sob análise

Pesquisa diagnosticará produção do arroz no Centro-oeste . A plantação de arroz de terras altas (ou sequeiro) é foco de um estudo de campo inédito que começa a ser realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Ampliada e pela Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias. O objetivo é analisar in loco a dinâmica da produção […]Leia mais

Lavoura via satélite

Um convênio de cooperação técnica para sensoriamento remoto, através de imagens de satélite, das áreas de várzea no Rio Grande do Sul foi assinado pelo Instituto Rio-grandense do Arroz (Irga) em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc). Entre os objetivos, segundo […]Leia mais

Crea/RS, uma reserva ética do setor

Os trabalhos de pesquisa, assistência técnica e extensão rural direcionados às lavouras orizícolas estão diretamente relacionados aos profissionais de agronomia. São profissionais que dedicam sua vida para, dominando a tecnologia e as peculiaridades da cadeia produtiva do arroz, garantir o suporte necessário ao orizicultor. O trabalho destes profissionais, no entanto, não ocorre sem que normas […]Leia mais

Mexendo para ganhar

Rotação de cultura é importante aliada contra as invasoras . A rotação de sistemas de cultivo de arroz é, cada vez mais, uma alternativa importante dentre as tecnologias disponibilizadas aos agricultores para evitar e combater plantas invasoras, pragas e doenças inerentes à orizicultura. O engenheiro agrônomo Jaceguay Barros, gerente do Instituto Rio-grandense do Arroz (Irga) […]Leia mais

Tem volta, bicho

Pesquisas sobre controle da ochettina evoluem . A principal praga surgida nos últimos anos, gerando prejuízos substanciais às lavouras de arroz do Rio Grande do Sul, a ochettina sp., está provocando uma reação acelerada do setor de pesquisas. Estão em adiantado estágio de testes sistemas de controle químico, biológico e de manejo para o inseto […]Leia mais

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